domingo, 5 de abril de 2009



Finalmente o jogo mais esperado do ano chegou, quebrando recordes de vendas e fazendo todo o barulho que era esperado. E tudo isto não foi à toa: "Grand Theft Auto IV" é muito mais do que apenas o novo capítulo de uma série polêmica por seu conteúdo adulto e moralmente questionável; é o jogo mais avançado que já apareceu em um console doméstico, criando uma sensação de imersão raramente vista no mundo do videogame, digno de figurar entre clássicos do calibre de "Zelda: The Ocarina of Time" e "Metal Gear Solid" e decisivo motivador para a compra de um Xbox 360 ou Playstation 3.

História de cinema

Mexam-se, garotas!
Dois fatores são fundamentais para o sucesso deste "GTAIV", como é mais conhecido, e o primeiro deles é a narrativa. Os irmãos Sam e Dan Houser, chefões da Rockstar Games, nunca esconderam sua paixão pelo cinema e aqui utilizam de todos os truques e técnicas narrativas imagináveis para dar ao jogo aquele climão de filme de gângster, sem o tom exagerado, beirando a paródia, de alguns dos episódios anteriores.

A figura principal aqui é Niko Bellic, ex-soldado de conflitos do leste europeu que vai para a América na esperança de conseguir uma vida melhor na companhia de seu primo Roman. Ao desembargar em Liberty City, porém, descobre que seu parente está envolvido até o pescoço com o submundo do crime local e acaba forçado a se envolver em trabalhos sujos envolvendo roubos de carro, extorsão e até assassinatos. Assistimos então o declínio de um homem marcado pelo passado em uma jornada sem volta, em uma série de missões que testam a integridade moral do protagonista, à medida em que é colocado em situações complicadas, com direito a reviravoltas e acontecimentos inusitados.

Niko é retratado de maneira impecável, que faz com que você torça por ele por mais moralmente repulsivo que acabe se tornando, uma vez que o jogo se encarrega de embasar e construir seu histórico, suas motivações e delinear sua personalidade com perfeição. E assim também acontece com boa parte do elenco de apoio, como Roman, o amigo Little Jacob e o interesse amoroso Michelle, entre vários outros. Todos são retratados de forma extremamente humana, criando um vínculo entre você e os personagens que é raro de ser visto em videogames, mesmo com tanta tecnologia disponível hoje. É um aspecto tão sabiamente valorizado pelo jogo que existem vários minigames que servem apenas para fortalecer este elo - basta você ligar para alguém para marcar uma partida de boliche, por exemplo.

Cidade viva

O outro fator fundamental para a incrível sensação de imersão é a ambientação. Liberty City, para todos os efeitos, é uma cidade real. Pode parecer exagero, mas nunca uma cidade foi retratada com tanto realismo, criada com tantos detalhes quanto o cenário deste jogo.

Playboy X
Mesmo que tudo pareça menor do que a área mostrada em "Grand Theft Auto: San Andreas", aqui há muito mais o que explorar e observar. Há uma grande riqueza de minúcias, modelos de construções, traçados de pistas, veículos e, claro, muitas pessoas diferentes nas ruas. Esses figurantes, por assim dizer, agem de uma maneira assustadoramente realista, abrindo guarda-chuva ao verem sinal de gotas caindo, deixando objetos cair quando esbarram em obstáculos, conversando umas com as outras. E há ainda uma série de minúcias, como anúncios, programas de televisão, as já clássicas chamadas nas estações de rádio, que deixam a cidade ainda mais viva, além de vários retoques em outros elementos característicos da franquia - como nos roubos de carro, que agora podem ter seus vidros quebrados e passam por uma ligação direta.

Este cuidado na ambientação e na narrativa acaba por incentivar o jogador a seguir com a campanha principal, algo que nem sempre era comum de acontecer nos jogos anteriores - muitas vezes os jogadores se perdiam nas possibilidades de criar o caos e esqueciam de prosseguir com a história. Mas ainda que "GTAIV" tente te direcionar para a trama, não há limitações e tudo funciona como um legítimo exemplar da série, desde a primeira cena.

Praticamente todas as mudanças foram para melhor, incluindo a decisão de abandonar os elementos de RPG de "San Andreas", com a possibilidade de treinar na academia, por exemplo. Niko é um herói completo e não precisa de maiores incentivos, portanto a ação é mais fácil e direta, realçada pelo novo sistema de combate. Agora a visão lembra bastante "Gears of War", com a câmera posicionada levemente sobre o ombro do protagonista, do qual também pega emprestado um sistema de cobertura para se esconder de tiros inimigos. O sistema de mira traz elementos de "Crackdown", com a opção de mirar em pontos específicos nos corpos dos inimigos e objetos com leves toques, além do modo de mira livre. Ainda que nem sempre dê certo se esconder dos projéteis dos oponentes, no geral, os combates ficaram muito mais eficientes e agradáveis, longe da bagunça dos jogos anteriores, o que já é uma grande evolução.

A navegação pela cidade também melhorou bastante com o sistema de GPS, que traça em tempo real no seu mapa o menor caminho legal até o ponto desejado, ou seja, você ainda pode tomar algum atalho pela contramão se quiser, e ele irá se encarregar de fazer os ajustes na hora. Com isto, as missões que envolvem transporte ou perseguições ganham nova vida, levando em consideração também que a inteligência artificial da polícia foi aprimorada e a dirigibilidade dos carros é bastante diversificada mudando de acordo com as condições da pista , deixando a fuga bastante complicada - mesmo com as novas opções de ataque em movimento atrás do volante.

Nova geração

Aquecimento global
Com o poder da nova geração de consoles, "GTAIV" pode manter os aspectos clássicos da franquia, mas nem de longe parece com os títulos anteriores. As diferenças técnicas são gritantes. Claro que, diante da quantidade de detalhes e do tamanho da cidade, os gráficos não são tão bonitos quanto de outros grandes jogos atuais, mas ainda impressionam bastante. Há efeitos de chuva, fumaça, luz, texturas em alta resolução e tudo o que tem direito em um grande jogo de plataformas atuais, sem maiores problemas que afetavam os jogos na geração passada, como aquele efeito em que o cenário parecia ser construído à sua frente de acordo com seu avanço. O Xbox 360 parece sofrer de mínimos serrilhados, que não são tão freqüentes na versão de Playstation 3 que, em contrapartida, necessita instalar arquivos no disco rígido e sofre com alguns travamentos chatos, parcialmente corrigidos com uma atualização disponibilizada por download.

Há ainda um aspecto muito forte nesta geração que foi muito bem explorado pela Rockstar: o componente online. No modo multiplayer, você é livre para vagar pela cidade como no modo principal para um jogador, como se ela fosse um ponto de encontro para você e seus amigos combinarem as partidas. Há um modo livre, em que você define regras, armas e todo o tipo de opção imaginável e uma série de modalidades muito interessantes e divertidas, individuais ou em grupo, que vão desde perseguições ao estilo "polícia x ladrão" até os tradicionais mata-mata em deathmatch. Aqui as coisas se invertem e a performance na Xbox Live parece ser superior, com melhor tempo de resposta dos servidores, uma vez que os Sony parecem sofrer com desconexões e maiores problemas.

CONSIDERAÇÕES

"Grand Theft Auto IV" é um jogo de videogame revolucionário, que consegue manter forte sua tradição e elementos que tornaram a franquia famosa e, ao mesmo tempo, adiciona uma série novidades que enriquecem a experiência. Dificilmente personagens foram retratados com tanta humanidade quanto neste jogo, o que o coloca à frente de seu tempo, assim como a ambientação, que é mais avançada do que a grande maioria dos produtos no mercado. É um clássico inquestionável e um excelente motivo para comprar um videogame da nova geração, se você ainda não possui.

Flight Simulator X
PC


(``... foi ideia de bruno fernandes kkkkkk´´)
"...representa a ocasião perfeita para aqueles que nunca jogaram uma versão da série, conhecerem-na."

11/10/2006
da Redação

"Flight Simulator" chega aos 25 anos de idade e à décima edição consagrado como o mais respeitado e popular simulador de vôo comercial do mercado. Com o passar do tempo, a série criou uma fiel comunidade de adoradores, em boa parte composta por pilotos (amadores ou profissionais) e entusiastas dos ares.

Em "Flight Simulator X", que chega mais de três anos após seu antecessor, "Flight Simulator 2004", muda praticamente todos os aspectos da franquia. O objetivo? Tornar-se mais atraente ao público "leigo" - sem, no entanto, espantar os fãs antigos ou perder as características de realismo que, afinal, colocaram "Flight Simulator" onde está.

O que a Microsoft Game Studios fez, basicamente, foi adicionar uma grande dose de dinamismo a "Flight Simulator X", o que caiu muito bem para uma série, de certa forma, tão "sisuda". É claro que o avanço da tecnologia ajudou muito nessa empreitada, já que agora o mundo do simulador está mais realista do que nunca: mesmo em pleno ar, é possível observar, nos cenários fotorrealísticos, veículos trafegando pelas vias expressas e aeroportos, lanchas e embarcações na água etc.

Paisagens com montanhas a vales foram criadas através dos DEM (Demographic Elevation Models, ou "Modelos de Elevação Digital", em português), enquanto estradas e rios foram construídos através de dados vetores reais. A ferramenta Autogen, que gera cenários automaticamente, com bastante vegetação, completou o serviço. O resultado é um visual sem precedentes, ao menos para aqueles que possuírem um PC capaz de dar conta dos requisitos recomendados para o game - só de disco rígido, são necessários 15GB.

Em "Flight Simulator X", os céus também não estão mais tão isolados: via rede local ou internet, os jogadores têm, por exemplo, a possibilidade de dividir o controle de uma mesma aeronave, como piloto e co-piloto, o que pode servir como bom mecanismo de treinamento; ou então, na versão Deluxe, utilizar o recurso de Controle de Torre, em que um jogador proprietário da versão se transforma em controlador de tráfego aéreo, transmitindo coordenadas aos demais. Para completar, uma vez online, os dados meteorológicos podem ser atualizados em tempo real no game.

Aliás, por falar no assunto, na ocasião do lançamento no Brasil (que, por sinal, aconteceu uma semana antes dos Estados Unidos), foram colocadas à disposição do consumidor duas versões do simulador de vôo: "Standard" e "Deluxe". Nesta última, os diferenciais são, além do Controle de Torre, cinco aeroportos e dez cidades detalhadas extras, seis aeronaves inéditas e 20 missões estruturadas a mais.

Missões para democratizar

Contudo, de todas as novidades de "Flight Simulator X", sem sombra de dúvidas a maior e mais comemorada delas são as missões. Tudo bem que há aqueles interessados em explorar livremente os céus virtuais, mas as fases estruturadas em objetivos colocam doses extras de emoção na jogada, de uma maneira mais direcionada e, porque não dizer, divertida. Ideal para aqueles usuários que gostam da série, mas não necessariamente entendem tudo de aviação.

São dezenas de missões, divididas por quatro níveis de dificuldade, e também em categorias diferentes, transformando o jogador em piloto de linha aérea ou levando-o a locais remotos do planeta em situações de emergência.

No nível Beginner (Iniciante), além dos tutoriais básicos, há as missões mais simples, como realizar um vôo de Roma para Nápoles, com um Airbus A321, procedimento que demora cerca de trinta minutos. Certas missões tentam até mesmo instigar um enredo, como faz a "Secret Shuttle", também do nível Beginner, em que o objetivo é levar funcionários do governo norte-americano até uma base aérea secreta em Area 51.

O Intermediate (Intermediário), por sua vez já oferece desafios maiores, como transportar suprimentos de um campo arqueológico na Amazônia peruana até um vilarejo remoto. Variedade também está longe de ser um problema: a missão "Jet Truck Drag Race", no nível Advanced (Avançado), é preciso decolar, voar e vencer uma corrida contra um caminhão. Já no derradeiro nível Expert, o piloto virtual poder encarar um vôo com um 747-400 há muito tempo inativo ou tentar transportar em segurança um inspetor de segurança, de uma base petrolífera no Mar do Norte.

Conforme o jogador conclui as missões e alcança outros feitos, todos os progressos vão sendo registrados em um histórico, com direito a prêmios e troféus, além de um Logbook que controla as horas de vôo e oferece álbuns de fotos tiradas durante os vôos.

A variedade de aeronaves também é outro trunfo contra qualquer sensação de monotonia: Ultraleves, helicópteros, hidroaviões, Boeings e Cessnas são algumas das máquinas voadores ao alcance das mãos. A versão "Deluxe" inclui ainda aeronaves Garmin 1000, cujos cockpits são bem mais detalhados.

Voe como quiser

É claro que você também pode explorar o mundo a sua maneira, bastando selecionar a opção Free Flight, escolhendo um entre os 24 mil aeroportos disponíveis, para decolar e, então, fazer o que o seu espírito aviador mandar. Nunca na série houve tantos aeroportos e cidades detalhadas "de fábrica" - é que, na versão anterior, por exemplo, foram feitos vários mods para adicionar locais reais. Tente sobrevoar as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, por exemplo, para ver vários pontos turísticos conhecidos, e não aqueles cenários e construções sem nenhuma identidade.

Há liberdade para determinar as condições de vôo, tanto meteorológicas quanto circunstanciais (simular falhas nos equipamentos da aeronave para tornas as coisas mais desafiantes, por exemplo). Os tutoriais são bem eficientes para colocar os novatos a par dos comandos, mas um bom controle - pode até ser o modelo do joystick do Xbox 360 para o PC, por exemplo - torna as coisas bem mais interessantes.

Aos poucos - e este é, certamente, é um dos fatores mais gratificantes da série para quem não é piloto -, você se vê aprendendo e até se sente um pouco parte deste mundo dos aviões. Usar os flaps, recolher o trem de pouso, manusear o manche com cuidado, ficar atento às condições climáticas e manter altitude e velocidade adequada, passam a ser atividades costumeiras.

"Flight Simulator X" também fez avanços bastante notáveis no aspecto visual, capaz de texturas com resolução quatro vezes maiores que seu antecessor. A própria ferramenta Autogen foi aperfeiçoada e agora pode gerar seis mil itens por quilômetro quadrado (simplesmente dez vezes mais que "Flight Simulator 2004").

Um olhar mais atento revela animais, tanto nos céus, quanto no solo, em um adeus definitivo à sensação de vazio que, às vezes, prepondera em simuladores de vôo. No Windows Vista, com o DirectX 10, a promessa da Microsoft é de uma melhoria ainda maior nos gráficos do game.

O céu não é o limite

Em linhas gerais, "Flight Simulator X" é a evolução da série pela qual todos esperavam. Mais democrático e acessível, representa a ocasião perfeita para aqueles que nunca jogaram uma versão da série, conhecerem-na. Boa parte disso se deve ao sistema de missões, mas com um estilo "fácil de jogar, mas difícil de dominar", o game instiga qualquer um chegado a um bom desafio.


fonte : http://jogos.uol.com.br/analises/pc/ult398u290.jhtm

sábado, 6 de dezembro de 2008

Links Diversos

Pra Vcs que gostam de musicas gospel



- http://www.jesusvoltara.com.br/mp3.htm (esse site é pra ouvir musicas on-line)

- http://noticiasdoevangelho.blogspot.com/ (esse não só tem cd's para download como tambem tem dvd's para download)



Aki tem alguns sites com Wallpapers



-http://wallparadise.redeguia.com.br/lug/lug_01.htm

-http://baixaki.ig.com.br/papel-de-parede/



Sites com downloads de progamas utilitarios como:



http://baixaki.ig.com.br/download/apostolo-sistema-de-estudo-biblico.htm (Download de Sistema de Estudo Biblico)



http://baixaki.ig.com.br/download/a-biblia-sagrada-versao-digital.htm (Download da biblia sagrada digital completa)